Assista com o som ligado. É a coisa mais importante que eu tenho pra te dizer.
Se fosse briga era mais fácil. Briga faz barulho — a vizinha escuta, alguém pergunta o que aconteceu. O que você vive não faz barulho nenhum.
Vocês dormem juntos. Saem juntos. Vão à missa juntos. As contas estão pagas, a casa funciona. E é exatamente por isso que ninguém percebe que você está sozinha.
Você sai da missa comentando a homilia, porque aquilo te tocou. E ele não responde. Faz anos que você comenta a Palavra sozinha.
Tem noite que ele finge que dorme só pra não conversar com você. E teve o dia em que você cansou de pedir um abraço. Repara: não foi o dia em que ele te magoou. Foi o dia em que você cansou de pedir.
Rezou. Fez novena, promessa, acendeu vela, pegou fila de confissão. Conversou. Cobrou. Parou de cobrar. Deu espaço. Se calou. Aguentou pelos filhos. Comprou o livro de casamento. Chamou pra terapia, e ele não foi.
E ele continua do outro lado da cama, de costas.
Aí você foi pedir ajuda. E te responderam: “reza mais, minha irmã”, “tem paciência”, “aguenta pelos filhos”, “seja a mulher sábia”. Cada uma dessas frases te deixou mais sozinha do que antes de abrir a boca.
Nada disso funcionou. E não foi porque a sua fé é fraca. Foi por um motivo que ninguém nunca te explicou — e é isso que eu vou te mostrar agora.
Eu cresci numa casa onde nunca vi meus pais se abraçarem. Meu pai bebia, minha mãe vivia na defensiva. E eu vi minha mãe lutar sozinha por aquele casamento a vida inteira.
Só que eu não puxei ela. Eu puxei o meu pai. Eu virei a que desiste.
Aos trinta anos fiz dois votos de celibato. Não era vocação — era medo. Lá no fundo morava uma frase que eu nunca disse pra ninguém: “eu não mereço ser amada.”
Passei vinte e um anos como missionária. Preparei noivo e noiva, fui madrinha de não sei quantos casamentos. E voltava sozinha pra casa. Todas as vezes.
Depois de três anos me entendendo por dentro, eu ainda não tinha nada. Tinha entendido a minha ferida inteira. Rezei, escrevi, tentei de tudo. E a minha vida continuava igual.
Porque eu tinha entendido — mas nunca tinha entregado.
E é isso que também está acontecendo com você. Te ensinaram a pedir uma coisa que Deus não faz: que Ele mude o seu marido. Ele não desfaz a liberdade que Ele mesmo deu. Você pode rezar mil novenas — se o pedido tiver o endereço errado, ele volta mil vezes.
O seu.
Você está há anos tentando abrir um coração que não é o seu. E isso não é defeito — cuidar é a coisa mais bonita que você tem. Só que você está cuidando do coração errado.
Coração não tem fechadura. Tem tranca. Fechadura tem chave, e chave alguém de fora usa. Tranca é a mão de quem está dentro. Ninguém abre o seu por você — nem eu, nem o seu marido, nem São José.
Muda o que você sente. Aquele aperto de fim de tarde, quando você olha o relógio e não sabe qual versão dele vem — você começa a saber o que fazer com esse aperto. E é ele que mais cansa.
Muda o que você faz. Você passa a ter o que responder quando ele calar. E a vontade de checar o celular dele afrouxa — não por força de vontade, mas porque a necessidade vai perdendo o motivo.
Muda o jeito que você dorme. Hoje você deita com uma pergunta: “será que tem alguma coisa que eu ainda não tentei?” Do nono dia em diante você deita sabendo o que fazer no dia seguinte — e é isso que tira o peso dessa pergunta.
E muda o que a sua casa é. Uma casa onde os dois estão em paz vira o lugar onde os seus filhos aprendem o que é normal.
São José, eu tenho medo de ser abandonada desde criança. É esse medo que fala com o meu marido, não eu.
É o caminho que eu montei pra que nenhuma mulher precise escrever aquela carta no escuro, sozinha, do jeito que eu escrevi. A ferida, a entrega e a construção — em ordem, com data, e com alguém do seu lado.
A primeira pede. A segunda entrega. E é por isso que uma volta e a outra não.
Ele não precisa. Isso não depende de ele querer nem de ele saber. Eu sei o que aconteceu da última vez que você tentou envolver ele: não foi na terapia, não leu o livro, ou foi de má vontade e você passou a semana se sentindo ridícula por ter pedido. Aqui não tem isso. É seu, e começa hoje à noite.
São alguns minutos por dia. Sem jejum, sem madrugada. É uma carta escrita do seu jeito, com os seus erros de português se for o caso — São José não corrige português. Cada dia tem uma oração na minha voz: você aperta o play e faz junto comigo.
Essa é a mulher com quem eu mais falo. Se você chegou num ponto em que quase não sente mais nada, e carrega culpa por isso, isso aqui é muito pra você. Sentimento não é o que segura casamento — o que segura é a entrega. E a entrega você faz mesmo nos dias em que não está sentindo nada.
Hoje à noite — você entra, e cai tudo no seu WhatsApp e no seu e-mail em minutos.
Você acha a sua ferida — eu te faço três perguntas. Só três. A maioria chora na segunda.
Nove dias de entrega — uma oração na minha voz e uma coisa pra escrever, por dia.
E a construção começa no décimo — com o que fazer dentro de casa, dia a dia, sem carregar sozinha.
A ferida, em três perguntas. Só três. E a segunda é a que costuma abrir tudo.
Os nove dias, na minha voz. Uma oração e uma coisa pra escrever, todo dia.
O passo a passo da sua carta. O que colocar, em que ordem, e o que tirar. Eu escrevi a minha no escuro, sem ninguém pra me dizer. Você não vai precisar.
As palavras que abrem ele, e as que fecham. Você vai se assustar com quantas coisas fala achando que aproxima, e que na verdade empurram.
O que fazer na quinta-feira em que ele responde “nada” e vai pro celular. Aquele dia exato. Você vai ter o que fazer.
Como o carinho se reconstrói. Tem uma ordem, e ela importa — se pular etapa, não acontece.
Eu sou terapeuta. Atendo mulher casada todo dia, uma a uma. É esse trabalho que sustenta a minha casa.
Hoje, no Brasil, uma sessão de terapia custa entre cento e cinquenta e duzentos e vinte reais. Esse número não é meu, é preço de mercado. Você pode procurar agora.
Só que o consultório tem um limite, e não é de preço — é de agenda. Eu atendo vinte mulheres por mês. E chega muito mais pedido do que isso: mulher de cidade onde não tem ninguém pra conversar sobre isso. Eu ficava com aquilo entalado. Então a gente construiu isso aqui.
Nada disso é a novena. A novena é da Igreja. É antiga, é de todo mundo, e é de graça — e vai continuar sendo. Você pode rezar hoje à noite sem me pagar um centavo.
O que você paga é o trabalho de pegar o que eu faço uma a uma e deixar pronto na palma da sua mão.
Eu sei onde a mulher desiste. Não é no nono dia — é na terça-feira depois, quando ele faz alguma coisa que dói e ela não tem a quem perguntar “e agora?”. Eu passei três anos sem ter esse alguém. Resolvi ser esse alguém pra você.
Você traz o seu caso e eu respondo pelo nome. Escuta o caso das outras — metade vai parecer o seu. E a gente termina rezando junto. São quatro por mês, o ano inteiro. Quase cinquenta.
QUERO MEUS 9 DIASA maior dor não é a briga. É a solidão de estar acompanhada. Você já reparou que não tem com quem falar disso? A sua mãe defende o casamento, a amiga solteira manda largar, a do grupo de oração manda rezar mais. Nenhuma delas está no meio disso hoje. Lá dentro, todas estão.
Ninguém julga ninguém — essa é a única regra. Você não vai mais chorar escondida no banheiro sozinha.
QUERO MEUS 9 DIASOs nove dias são a entrega — o começo. Construir é o que vem depois, e é a parte mais longa. É aí que a maioria não sabe o que fazer, e é pra isso que a Oficina existe.
Eu não vou contar porque ele só funciona se for surpresa. Se eu falar agora, perde.
Só três coisas: ele chega sozinho, você não precisa fazer nada. Foi feito pro nono dia, e não faria sentido em outro. E é a minha parte favorita de tudo isso.
QUERO MEUS 9 DIAS
111 mil mulheres do outro lado da tela, todo dia
Mas eu não cheguei aqui pela formação que eu tenho. Cheguei porque fui, por muitos anos, a mulher que você é hoje.
Sete dias. Isso é lei, e vale aqui como em qualquer compra. Entrou, olhou tudo por dentro, não era o que esperava — me escreve e eu devolvo. Sem pergunta nenhuma.
Trinta dias — e essa é minha. Faça os nove dias inteiros. Escreva a sua carta. Coloque embaixo da imagem. Use o material da Oficina. Se depois de tudo isso você olhar pra trás e nada tiver se movido dentro de você, me escreve e eu devolvo cada centavo.
Porque eu não quero o seu dinheiro se a sua vida não mudar.
QUERO MEUS 9 DIASO primeiro é fechar essa página e a sua vida seguir como está. Não vai acontecer tragédia nenhuma — vai continuar assim. Daqui a um ano você está no mesmo lugar. Só um ano mais cansada.
O segundo é tentar sozinha. E eu falei sério: reza a sua novena, não me paga nada. Você já sabe o caminho.
Só que deixa eu te falar o que vai acontecer, porque eu já vivi. Você começa animada. Escreve no primeiro dia, no segundo. Aí vem um dia ruim, e você senta pra escrever com raiva — e escreve pedindo que ele mude. Que é o erro que eu passei três anos cometendo, porque não tinha ninguém dizendo “não é aí, volta”.
E o terceiro é começar hoje à noite, com o passo a passo pronto e comigo do seu lado toda segunda.
QUERO MEUS 9 DIASEle precisa saber que eu comprei?
Não. Essa parte é só sua e de São José.
Quanto tempo por dia isso toma?
Alguns minutos. Você aperta o play, escuta a oração na minha voz e escreve.
E se eu não souber o que escrever?
Você não precisa saber. Eu te dou o passo a passo da carta e as perguntas de cada dia.
Por quanto tempo tenho acesso?
Doze meses. Os nove dias, a Oficina inteira, a Comunidade e todos os Encontros desse período.
E se eu perder um dia da novena?
Recomeça de onde parou. O material fica com você o ano inteiro.
Como eu recebo?
Em minutos, no seu WhatsApp e no seu e-mail, logo depois do pagamento.
E se eu quiser meu dinheiro de volta?
Sete dias sem precisar explicar nada. E trinta dias se fizer tudo e nada mudar dentro de você.
Aquele peso que eu te falei — o peso que penduraram na sua cruz e que não é seu — você carrega ele há quantos anos?
Eu cresci vendo a minha mãe lutar sozinha por um casamento. E aprendi com aquilo que amor é uma coisa que a gente aguenta calada. Levei quase cinquenta anos pra desaprender.
E se você tem uma filha, ela está aprendendo agora. Olhando pra você. Se você tem um filho homem, ele também — está aprendendo como um homem trata a mulher dele quando as coisas ficam difíceis.
A cura de um casal é cura de gerações. Você não está decidindo só pelo seu casamento. Está decidindo o que os seus filhos vão achar que é normal dentro de uma casa.
A sua novena tem nove dias, e depois dela vem a parte de construir. Entrando hoje, ela cai no seu WhatsApp em minutos. Adiar não custa “depois” — custa mais nove dias de casa em silêncio.
E hoje é o dia mais perto do próximo Encontro que você vai estar. Entrando agora, o seu primeiro Encontro comigo é o desta semana.
9 Dias com São José — material de acompanhamento espiritual e emocional para mulheres casadas.
Este material não substitui acompanhamento psicológico, psiquiátrico, médico ou sacerdotal. Os resultados variam de pessoa para pessoa. Nada aqui promete a mudança de comportamento de terceiros.
Se você está numa situação em que a sua integridade física ou emocional está em risco, procure ajuda especializada.
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